Eu não sei que rumo esse post vai
tomar, porque só vou falar sobre isso por causa de um comentário que ouvi no
metrô há algum tempo. Eu estava indo para a Bienal
do Livro e tinham duas meninas no mesmo vagão que eu e uma delas falava
sobre o filme Anna Karenina (que eu
adoro). Ela disse que sua mãe não tinha gostado, mas que na verdade ela não
havia entendido o conceito do filme.
Aí estava eu pensando em algo para
dividir com vocês e achei que esses dois filmes merecem ter espacinho especial
nesse blog. São filmes que não lotam salas de cinema e nem sempre fazem rios de
dinheiro (às vezes fazem), mas que tem ideias inovadoras e depois de um tempo provavelmente
se tornarão clássicos e hypados (daqueles que a galerinha cult TEM que ter
visto).
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| Minha cara pra você que só vê aqueles filmes em que gastam todo o dinheiro na ação e esquecem da história |
O primeiro é o próprio Anna Karenina de 2012, que não fez muito
barulho por aí, mas foi indicado a vários Oscar.
A história de Liev Tolstoi conta o caso extraconjugal de uma mulher (Anna) no contexto da Rússia czarista que
não via o divórcio com bons olhos. O diferencial do filme é que ele se passa
inteiramente num teatro daqueles cuja arquitetura é impecável e luxuosa. Ou
seja, quando uma personagem se locomove de um lugar a outro, o que se move
mesmo é o cenário. É incrível e causa um estranhamento muito gostoso.
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| Aquela foto do rolê |
Em seguida, lembrei de um dos meus
filmes favoritos (choro sempre) que é Moulin
Rouge: um amor em vermelho. É uma história de amor clichê e totalmente
inusitada ao mesmo tempo (amor no cabaré pode ser lindo, gente). O filme não se
leva tão a sério nos efeitos especiais, se entrega aos exageros e isso tudo só
deixa a experiência mais especial. Você vê uma Paris boêmia, porém nada
convencional. O melhor de tudo é que é um musical com um repertório muito
variado que vai de Elton John a Christina Aguilera.
Você conhece algum filme que foge dos padrões "hollywoodianos"? Fala aí pra gente!♥



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