Amanhã começa a Bienal do Livro de
São Paulo de 2016 e para comemorar, vamos falar de uma coisa recorrente do
último evento que aparentemente não vai se repetir nesse ano (amém!)!
Dizem
que o paulistano adora, por causa do nosso jeitinho estressado de ser, mas
junte os paulistanos e gente do Brasil inteiro que a coisa fica meio fora de
controle. Estou falando das filas!
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| Essa página entendeu o espírito |
Quem
estava lá viu e viveu os momentos de tensão para conseguir 5 minutinhos com seu
autor predileto, isso os que conseguiram... Me lembro exatamente de estar
assistindo ao painel da Kiera Cass (do lado de fora, porque dentro do
cercadinho já estava lotado) com a Jé e atrás da gente tinha gente na fila para
o autógrafo da Cassandra Clare, era o final da fila, mas se você fosse
acompanhando, passaria pela praça de alimentação, pelos stands e pela Bienal
inteira até chegar ao começo.
Para
piorar, de todas aquelas pessoas, eles haviam disponibilizado apenas 1000 ou
1500 pulseirinhas (nem lembro se era tudo isso), as quais já estavam esgotadas
e aquela galera toda estava na fila esperando uma chance que poderia não
chegar.
A
Cassie foi super-gente boa e autografou mais livros do que haviam pulseiras e
fez tudo isso com o braço machucado (inclusive teve gente reclamando do
autógrafo dela, falo nada...).
Foi
bastante frustrante para muita gente, o que passou, passou, pois eu trago boas
novas! Esse ano a coisa está bem mais organizada (ao menos, é o que parece), as
senhas foram disponibilizadas com antecedência no site oficial e terá uma arena
de autógrafos (espero que seja um local exato, ao invés de termos que correr
atrás de onde estão os autores).
Como
tudo tem um lado ruim, sinto em dizer que a maioria dos autores já esgotaram
suas senhas. Eu, atrasada que sou, não consegui as senhas de quem queria (fica
para a próxima, Jout Jout...
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| Só para não perder o costume... |
Mas
com tudo isso quero dizer que: a equipe de organização parece ter se dado conta
de que o brasileiro, principalmente o jovem brasileiro, está se interessando
mais pela leitura, o que explica o tanto de gente num evento cultural cujo
acesso é tão popular (afinal de contas, o ingresso é bem mais barato do que
qualquer localzinho cult que a elite tem acesso). E que por ser popular, não
quer dizer que deve haver descaso com o público, por isso as melhorias são
muito bem-vindas, estamos agradecidos! ♥



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