terça-feira, 26 de julho de 2016

Stranger Things: um fenômeno e uma resenha

Postado por Unknown em terça-feira, julho 26, 2016
Fichinha

Nome: Stranger Things

Criadores: os irmãos Duffer 

Número de temporadas: 1 (8 episódios)

Próxima temporada: Confirmádissima para o ano que vem!

Classificação :(porque só vi dois episódios)

                Foi do nada, todos foram dormir e no dia seguinte: BOOM! Não se via mais nada a não ser “vocês assistiram Stranger Things?!”, ou “o que dizer sobre Stranger Things?!” e até “Stranger Things: você não sabia que precisava dessa série até assisti-la”.
Entrada super anos 80, foi o que eu ouvi dizer, já que sou de 98

            Assim surgiu um fenômeno, a série original da Netflix, Stranger Things. Ela estreou no dia 15 de julho (uma sexta-feira) e, aparentemente, meio mundo maratonou os 8 episódios no fim de semana que seguiu.
            Depois de vários pedidos de amigos (mentira, foi um só) e milhões de posts na minha time line, resolvi dar uma chance e começar mais um seriado (sério, a Netflix ainda vai me levar à ruina). Vou resenhar apenas o primeiro e segundo episódios porque a série é muito recente (nem todos terminaram, tipo eu que estou no segundo). CONTÉM SPOILERS DO PRIMEIRO/SEGUNDO EPISÓDIO.
            Tudo se passa em 1983 e isso agradou bastante um público que cresceu assistindo filmes de ficção científica dessa época. Tem um monte de referências, desde filmes como Poltergeist, até quadrinhos como X-men, jogos de RPG (D&D!!!) e etc. Mas a trama gira em torno de um garotinho chamado Will que, depois de passar a noite jogando com os amigos, volta para casa enquanto a mãe e o irmão estão trabalhando e some de um jeito misterioso (ALIENS!).
            A mãe dele, Winona Ryder (que está maravilhosa, 100% mãe desesperada), vai atrás do xerife Jim Hopper, este é o tipo de cara que não está nem ai pra nada e só quer passar por mais um dia normal na cidadezinha de Hawkins, na verdade, ele tem um passado bem triste e o sumiço de Will é um gatilho para trazer todas as emoções da perda de sua filha de volta.
Crianças maravilhosas que apesar da idade dão um show. 

            Enquanto isso, três amigos do garoto começam uma investigação por conta própria, já que os adultos parecem não dar a devida atenção para o caso. Durante a primeira busca, os garotos encontram uma menina “estranha”. Essa menina, chamada Onze (011), havia acabado de fugir de um bando de gente esquisita que estava atrás dela e havia acabado de matar o cara mega gente boa da lanchonete.
            Mike, um dos amigos de Will, leva On (sim, esse é o apelido dela. Sim, em português fica muito estranho.) para sua casa e a deixa escondida. Quando ela consegue confiar um pouquinho mais nele, acaba revelando que sabe o que aconteceu com Will.
            É tanta coisa acontecendo que fiquei até meio perdida, não sabia se prestava atenção na história ou no cenário super bonitinho e bem feito. Tomei alguns sustos, acho o suspense bem construído, típico de filmes de ficção científica/terror. Acho que a estereotipação das personagens tem a ver com o período retratado, também.
            O alien que abduz (?) o Will  não entra em foco, mas o vulto para mim parecia muito o Groot de Guardiões da Galáxia. E tudo que envolve a questão sobrenatural da série é abordado com uma fotografia diferente, tem uns brilhinhos tipo poeira no ar sempre que algo misterioso tá rolando, dá um clima mais *estou fazendo uns gestos para representar mistério, mas claro que ninguém está vendo*.

          Enfim, gostei bastante dos primeiros episódios, gostaria de continuar, no entanto, isso provavelmente não vai acontecer agora, porque eu MORRO de medo de aliens e coisas do tipo, então dois episódios em um dia foram o suficiente para me acordar às 3 horas da manhã.
               Fiquem com esse recadinho da maravilhosa menina que interpreta a Onze ♥

Um vídeo publicado por Millie Bobby Brown (@milliebobby_brown) em

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