Isso vai ser tipo um Throwback Thursday,
com a diferença de que não é bem um momento nostálgico e sim algo que me deixou
bem p da vida no bom sentido, porque se não for para sentir nada, pra quê ler
livros?!
Devo ter lido este livro ano passado
ou antes, não me recordo, só sei que o comprei meio às cegas (cheguei na
livraria, olhei, dei uma lidinha na sinopse, levei) e não me arrependi.
O livro em questão é Eleanor & Park da Rainbow Rowell e ele é desses livros com
uma história bem levinha que você lê sem compromisso e termina com uma sensação
gostosinha.
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| Essa capa é a mais gracinha, pena que não é a que eu tenho :( |
Em um breve resumo: Eleanor é uma
menina com uma família complicada que acabou de se mudar para uma nova cidade e
seu jeito diferente deixa complicado o entrosamento com o pessoal da nova
escola. E o Park é emo gótico suave o tipo de garoto que gosta de passar
despercebido e não faz questão de entrosar com a galera. Ou seja, os dois terem
algum laço seria praticamente impossível.
Seria, mas não foi, durante o livro,
uma série de coisinhas acabam por juntar os dois numa amizade muito fofa e um
romance mais fofo ainda, aqueles romances adolescentes de filmes com uma trilha
sonora da Regina Spektor e passeios de mãos dadas ao por do sol e fotografias
em tons pastel. E você vê tudo isso acontecendo do ponto de vista de cada um
deles, já que cada capítulo mostra um lado da história.
Enfim, meu foco aqui não é isso (se
quiserem saber, vão ter que ler e aconselho que façam isso, porque é bem bom),
quero falar sobre o final do livro. COMO ASSIM VOCÊ VAI DAR SPOILER DO FINAL E
QUER QUE A GENTE LEIA O LIVRO?! Calma, gente! Eu, heim... Na verdade, quero
falar sobre como o livro termina, sem revelar muito sobre a história.
Em tradução livre “[...] era um
cartão postal. Com apenas três palavras.”
Boom, fim do livro! Fiquei besta com
o final desse livro, é muito sensacional! Porque você acompanha toda uma
história para não saber como ela termina, obviamente todos imaginam quais sejam
aquelas palavras, mas ninguém pode confirmar nada.
Não sei como explicar, mas esse
final me deixou indignada de um jeito bom e é o tipo de coisa que eu procuro
num livro, porque esse tinha tudo para ser uma história normal, que eu leria e
depois de tanto tempo não lembraria mais de quase nada, mas cá estou quase dois
anos depois e ainda sentindo a mesma curiosidade sobre três palavrinhas.


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