quarta-feira, 16 de março de 2016

Resenha Outlander

Postado por Unknown em quarta-feira, março 16, 2016

Fichinha
Nome: Outlander
Autora: Diana Gabaldon
Editora: Bantam Dell (versão em inglês)
Classificação:
Vamos deixar bem claro que eu sou totalmente suspeita para falar desse livro, porque ele se passa (a maior parte, pelo menos) na Escócia que é o meu lugar preferido no mundo (não, eu nunca fui pra lá).
Pensa em como seria louca uma história que está no passado do passado. Pensou? Outlander é exatamente isso e deu muito certo. Claire Randall acabou de voltar da 2ª Guerra (1945), na qual atuou como enfermeira, e resolveu tirar com o marido, Frank, uma nova lua de mel na Escócia.
Chegando numa pequena cidade chamada Iverness, Frank se vê num lugar repleto de coisas a serem aprendidas (sabe como é quando professor de história faz uma viagem para qualquer lugar e quer saber de TUDO até a 9ª geração das famílias da Idade Média) deixando Claire fazer passeios pelo local e observar as plantas (cada um com suas brisas).
Num desses passeios, ela vai a Craig Na Dun (um círculo de pedras, quase como uma versão diminuta do Stonehenge na Inglaterra). Se desse tudo certo, não teríamos um livro tão grande e eu pararia por aqui. Suprise! Ao encostar em uma das pedras Claire é transportada para a mesma região, mas no ano de 1743.
Fala pra mim, se você estivesse na situação dela, o que você faria? A Claire teve a ideia de tentar voltar para a pousada em que estava hospedada, porém foi questão de tempo pra ela perceber que as coisas haviam mudado um pouco (muito). Um encontro ajudou bastante a fazê-la perceber que algo estava errado.
Quase ser estuprada por um Capitão com a cara do seu marido, é um desses momentos em que a ficha cai... foi o que aconteceu, Black Jack Randall, Capitão dos Dragões Vermelhos Ingleses era basicamente Frank , 200 anos mais novo (não exatamente mais novo), com um rabinho de cavalo e hábitos sexuais questionáveis.
Antes que comecemos a chorar, há males que vem para o bem e se esse encontro foi de péssima valia, seus salvadores melhoraram um pouco as perspectivas... ou quase.
Agora refém do clã Mackenzie, Claire está mais perdida do que nunca, numa terra na qual não é bem quista, lutando para voltar para seu marido e lutando para não se entregar aos braços do jovem Jamie (tem post sobre ele aqui). Tudo isso numa época em que contar seus segredos certamente a levaria direto pra fogueira (burn, baby, burn!).

Muita aventura, não é?! Ta aí uma leitura que vai te fazer viajar para beeeeem longe e de um jeito muito leve, sutil e muito crível (com isso eu quero dizer, James Fraser num kilt e fora dele *insira aqui aquele emoji safadjénho que vocês conhecem*).
Além disso a Diana escreve muito bem, tanto a narrativa geral quanto a mitologia celta pagã é bem importante no livro. 
É só amorzinho pra Outlander e não vejo a hora de ler o próximo! *0*

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