Fichinha
Nome: Outlander
Autora: Diana Gabaldon
Editora: Bantam Dell (versão em inglês)
Vamos
deixar bem claro que eu sou totalmente suspeita para falar desse livro, porque
ele se passa (a maior parte, pelo menos) na Escócia que é o meu lugar preferido
no mundo (não, eu nunca fui pra lá).
Pensa
em como seria louca uma história que está no passado do passado. Pensou? Outlander é exatamente isso e deu muito
certo. Claire Randall acabou de
voltar da 2ª Guerra (1945), na qual atuou como enfermeira, e resolveu tirar com
o marido, Frank, uma nova lua de mel
na Escócia.
Chegando
numa pequena cidade chamada Iverness, Frank se vê num lugar repleto de coisas a
serem aprendidas (sabe como é quando professor de história faz uma viagem para
qualquer lugar e quer saber de TUDO até a 9ª geração das famílias da Idade
Média) deixando Claire fazer passeios
pelo local e observar as plantas (cada um com suas brisas).
Num
desses passeios, ela vai a Craig Na Dun (um círculo de pedras, quase como uma
versão diminuta do Stonehenge na Inglaterra). Se desse tudo certo, não teríamos
um livro tão grande e eu pararia por aqui. Suprise! Ao encostar em uma das
pedras Claire é transportada para a
mesma região, mas no ano de 1743.
Fala
pra mim, se você estivesse na situação dela, o que você faria? A Claire teve a ideia de tentar voltar
para a pousada em que estava hospedada, porém foi questão de tempo pra ela
perceber que as coisas haviam mudado um pouco (muito). Um encontro
ajudou bastante a fazê-la perceber que algo estava errado.
Quase
ser estuprada por um Capitão com a cara do seu marido, é um desses momentos em
que a ficha cai... foi o que aconteceu, Black
Jack Randall, Capitão dos Dragões Vermelhos Ingleses era basicamente Frank , 200 anos mais novo (não
exatamente mais novo), com um rabinho de cavalo e hábitos sexuais
questionáveis.
Antes
que comecemos a chorar, há males que vem para o bem e se esse encontro foi de
péssima valia, seus salvadores melhoraram um pouco as perspectivas... ou quase.
Agora
refém do clã Mackenzie, Claire está
mais perdida do que nunca, numa terra na qual não é bem quista, lutando para
voltar para seu marido e lutando para não se entregar aos braços do jovem Jamie
(tem post sobre ele aqui). Tudo isso
numa época em que contar seus segredos certamente a levaria direto pra fogueira
(burn, baby, burn!).
Muita
aventura, não é?! Ta aí uma leitura que vai te fazer viajar para beeeeem longe
e de um jeito muito leve, sutil e muito crível (com isso eu quero dizer, James Fraser num kilt e fora dele
*insira aqui aquele emoji safadjénho que vocês conhecem*).
Além disso a Diana escreve muito bem, tanto a narrativa geral quanto a mitologia celta pagã é bem importante
no livro.
É só amorzinho pra Outlander e não vejo a hora de ler o próximo!
*0*

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