terça-feira, 18 de outubro de 2016

Assusntos não acabados

Postado por Unknown em terça-feira, outubro 18, 2016
            Adivinha quem veio falar de coisa repetida? Eu! Juro que não era a intenção, mas hoje estava rodando pela internet afora (porque é isso que eu faço de melhor) e vi o trailer de uma animação que estreia em abril do ano que vem e já quero ver.
            Além disso, um amigo mandou num desses grupos um curta em animação também que merece ser comentado. Dito isso, vamos retomar o assunto animações (afinal, elas têm tanta profundidade quanto filmes live-action).
            O filme que me chamou tanto a atenção é O Poderoso Chefinho (de fato, o que me fez assistir ao trailer foi a referência maravilhosa ao Poderoso Chefão, um clássico) e só essa prévia, que saiu ontem, já me deixou bastante animada.

            A história de uma situação aparentemente banal -a chegada de um bebê numa família que antes era composta apenas pelos pais e um filho- ganha um brilho diferente ao ser contada do ponto de vista desse garotinho que vê o recém-nascido irmão como um ser do mal que chegou para destruir sua família.
            E essa imagem do bebê é construída de uma maneira infantil, exagerada e genial (sério, assistam esse trailer). Lembra muitas histórias já existentes, então aqui não é a originalidade que te fisga, mas, sim, esse olhar divertido sobre uma coisa bastante cotidiana das famílias atuais.
            O curta-metragem que o meu amigo enfio já é bem mais denso, não se engane por ser um desenho (até mesmo a arte do cenário e dos personagens é seca e cortante, não traz aquela vivacidade à qual costumamos associar esse gênero).
            Ele fala sobre fatalidades, sobre machucar pessoas que a gente ama e como nos punimos por isso, mesmo quando não temos culpa. Nem sei dizer como uma história de 6 minutos pode ser tão profunda, para vocês verem que quando a mensagem é bem explorada, não é necessário muito (nem falas) para que ela chegue até as pessoas.

            P.S. ele é bastante pesado, então se você está num momento mais difícil, talvez ele seja um gatilho para sentimentos ruins. Nesse caso, não o assista agora, vai conversar com alguém (se quiser, estamos aqui), desate esses nós e só depois vá ver essa linda animação.

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