sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Sessão de terapia: Pretty Little Liars

Postado por Unknown em sexta-feira, setembro 09, 2016
            Pra começo de conversa, já faz bem mais de um ano que parei de assistir PLL, mas essa série ainda me perturba constantemente (ainda mais quando eu encontro com umas menininhas de 13 anos que é praticamente a minha idade mental).
            Quando comecei a assistir (beeem no comecinho), tinha 12 anos, então achava aquilo assustador, o primeiro episódio começa num lugar escuro e com silenciozinho, ok?! Além disso, era maravilhoso ver aquelas meninas super-estilosas com namorados/as lindos/as vivendo aventuras no Ensino Médio.
Anatomia de uma temporada de PLL
            Até que eu cheguei ao Ensino Médio e descobri que 1)na minha escola a gente ainda tinha que usar uniforme, 2)eu ainda parecia –pareço– uma criança e 3)minha vida amorosa –nem dá para chamar assim– é um fiasco. Mais importante de tudo: eu moro no Brasil!
            Essa visão que as séries passam do “high school” é muito deturpada, parece que é tudo muito legal e fácil, até os problemas são legais, mas, no geral, não é nesses moldes que acontece (não tenho o que reclamar –talvez só um pouco– do meu período escolar, só não é o que eles fazem parecer). Além disso, todos os atores têm pra lá dos vinte anos e isso NÃO FAZ O MENOR SENTIDO!  
            Eu entendo o que eles querem fazer, apesar de ser meio estranho, pois o público que assiste essas séries é de maioria adolescente, mas esses artistas mais velhos, ao protagonizarem adolescentes, têm um apelo muito maior, servem como modelos, em vários sentidos.
            Colocar uma peça de roupa jovial numa mulher com o corpo já formado, tem um caimento muito mais agradável aos olhos e consequentemente gera mais desejo e mais consumo (isso sou eu pensando, viu? Pode não ter nada a ver). E também, as pessoas tendem a ter os mais velhos como inspiração, então você com 15 anos não iria querer ver alguém que também tem espinhas na cara fazendo esse papel.
Estou com 18 anos, já saí da escola e ainda não estou maravilhosa. Aguardo...

            Já me desviei muito, porque nem era disso que eu queria falar... Além de gente bonita, PLL não é uma série que eu considero boa. Gostei das temporadas que eu vi como fã, porém a minha opinião crítica (que está mais para chata do que para crítica) não me deixa dar muitos elogios para vários pontos.
            O principal é o roteiro, de início já acho muito forçada a história (só que é baseado nos livros, então não tem muito o que fazer), nenhum adolescente tem problemas dessa magnitude e mantém em segredo, chega a ser bobo (de revirar os olhinhos)...
Rebel Wilson sou eu

            Depois disso começou a enrolação. Foi muito legal tentar descobrir quem era –A, até a terceira pessoa que era mais não era, aí ficou chato. DEMAIS. Sério, gente, os caras se entregaram com essa encheção de linguiça, ficou claro que era só para faturar e agradar aos que ainda não queriam se despedir da série.

            Eu falo tudo isso, mas é claro que não vejo a hora de ter um tempo de sobra para retomar de onde parei e ir até o último episódio (o últimozinho mesmo) e descobrir quem é essa praga dessa –A!

0 comentários :

Postar um comentário

 

Livra Mente Copyright © 2012 Design by Amanda Inácio Vinte e poucos