terça-feira, 30 de agosto de 2016

#TBT: especial Bienal

Postado por Unknown em terça-feira, agosto 30, 2016
            Tá rolando esse evento maravilhoso (que a gente nem falou sobre durante os últimos posts, né?!) e só tenho a acrescentar que: a cada ano é um tiro! Durante toda essa semana e a próxima também, vamos contando para vocês como foi a nossa experiência na 24ª Bienal do Livro de São Paulo. E hoje vou falar pra vocês sobre como conheci o Bruno Bock e o Rolandinho do Pipocando!
Muito mais fã depois desse domingo!
            Eu tinha dito que não havia conseguido senha para o autógrafo de ninguém, né?! Pois é, era verdade, eu não consegui. Acontece que fomos em um grupo de amigas e uma delas é (beeeem) prevenida e já pegou logo senha para ver Deus e todo o mundo. Dentre essa galera estavam os meninos do Pipocando.

            Sou meio viciada em YouTube e acompanho vários canais sobre diversos assuntos, o mundo do cinema é o que mais gosto. Tudo que envolve cinema me atrai e como é meio fora de mão fazer algum tipo de curso sobre no momento, o YouTube é a minha melhor fonte de informação. Por isso o canal Pipocando me chamou a atenção, depois o jeito divertido do Rolandinho e do Bock me conquistou e assim ganharam mais uma espectadora.
            Por isso tudo, encontrá-los na Bienal seria algo bem legal, mas já tinha aceitado que não ia dar e que provavelmente estaria muito cheio e inviável de chegar perto de qualquer pessoa mais conhecida (memórias da Bienal de 2014). Eis que outra amiga (um salve para todas as minhas amigas, suas lindas) lembrou daquela que eu mencionei lá em cima e a gente ligou correndo para saber onde ela estava e se ela tinha a famigerada senha do autógrafo.
Podemos ver que quando eu estou nervosa eu falo para c@r@lh* (sou a cidadã de verde, todo mundo olhando para a minha cara e me esperando calar a boca)

            Senha conquistada, o próximo passo era dar um jeito de duas meninas entrarem com uma única senha. O pessoal da organização não queria deixar de jeito nenhum, porque a)uma senha por pessoa e b)mesmo com a senha, tem que ter o livro para autografar. A gente tinha uma senha e nenhum livro. Depois de muita (MUIIIITA) conversa, eles nos deixaram entrar com uma senha e uma condição: comprar pelo menos um livro.
            Àquela altura, ambas já estavam pobres (lá pelas 15 horas, todo o dinheiro já estava em sacolas com outros livros), no entanto, conseguimos rachar um livro! E entramos na fila. Sofrimento acabado? Você que pensa!
            Foram duas horas de fila (e nem tava tão grande, é que eles são muito atenciosos ), joelho ralado de sentar e levantar do chão, fome e vontade de ir ao banheiro, tudo isso depois de já ter andado pra cima e pra baixo no evento, ou seja, também tinha a dor nas pernas.
            Chegou a nossa vez e eu só posso dizer que valeu muito a pena, é uma delícia quando você admira o trabalho de alguém e a pessoa é tão admirável quanto. Os dois foram uns fofos, conversamos e rimos, mesmo que durante pouco tempo.

            Cara de pau que sou, tive que falar para eles sobre a aventura que foi para chegar lá e recebi agradecimentos pelo carinho, meigos! Podem esperar que logo, logo vem resenha do livro Pipocando (só preciso estar com ele, afinal, não sou a única dona desse livro)!

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