Sempre fui dessas que adorava ler
fantasias e qualquer coisa que fosse bem longe da minha realidade, justamente
por serem coisas que eu nunca veria, mas imaginar era sensacional. No entanto,
foi na escola que eu descobri que histórias reais podem ser tão ou mais
inspiradoras quanto ficções. Hoje vou indicar duas que me marcaram bastante.
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| Essas pessoas que tem preguiça de tirar os livros da prateleira para tirar foto... |
O primeiro é Depois Daquela Viagem, no qual Valéria
Piassa Polissi conta a história de como ela foi contaminada pelo vírus HIV.
Talvez essa síntese não seja muito animadora, mas só lendo para ver como ela
trata sua vida de uma maneira tranquila e positiva. Além disso, é um tema muito
importante, principalmente para nós jovens que estamos começando tudo, parece
que não acontece com a gente, então, depois de ler você realmente para e pensa
um pouco.
Persépolis
é a minha segunda recomendação e o motivo pelo qual decidi escrever sobre
isso. Li esse livro há algum tempo na escola e essa semana, meu professor de
Geografia falou dele durante uma aula sobre conflitos no Oriente Médio. Marjane
Satrapi nasceu no Irã e viu aos 10 anos acontecer a revolução que mudaria toda
a sua vida (a Revolução Iraniana teve como maior consequência a instalação de
um governo xiita no país). Os livros (ou o livro, caso seja a edição única) são
todos em quadrinhos e explicam conflitos que se estendem até hoje de um jeito
bem divertido e fácil de entender. Para quem quer ficar por dentro desse
tópico, é uma leitura bem válida (tem um filme também, mas ainda não assisti).
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| SENSACIONAL, apenas |
Me despeço deixando a mensagem de
que: ficção pode ser legal, mas é a vida real que a gente vive, né não?



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