terça-feira, 28 de março de 2017

Tive um bloqueio literário... E agora?

Postado por Unknown em terça-feira, março 28, 2017 0 comentários
            Se você é daquela pessoa que ama ler e não se ver sem um livrinho da mão, seja obra obrigatória ou não. Daquela que entra na livraria e fica louca, que sempre acrescenta livro e mais livros na lista para ler e que todas as férias lê pelo menos um livro, saiba que o que eu tenho para dizer nesse post pode acontecer com você e está tudo bem, ok?

            Bom, nessas minhas últimas férias eu simplesmente cansei de ler, nada fluía, não queria ler nada e comecei a me preocupar. Sei que não era muito para se preocupar, mas eu sempre fui a pessoa que eu disse lá no começo do post. Então imagina a situação: uma pessoa de férias, cheia de livros novos e sem vontade de ler. Claramente entrei numa crise e queria que minha vontade de ler voltasse. Me assustei, de verdade.

Estava igualzinha a esse meme!

            Porém deu tudo certo, fiz umas coisas que me ajudassem a voltar a ler aos poucos, por isso eu vim aqui dizer que não tem problema algum ter certos bloqueios, eles passam e você pode aliviar os bloqueios aos poucos.

            “Jéssica, o que você fez que te ajudou?” Então primeiro eu escolhi um autor que gostava bastante, depois algum livro mais fácil de ler e rápido. Aí só fui e deu certo, reli algumas coisas e comecei a querer mais, porém sempre não me enfiando de cara em algum livro mais difícil ou muito longo. A partir desse retorno comecei a aumentar as quantidades de páginas por dia, os tamanhos dos livros e no final tudo voltou ao normal.

Depois tudo se acerta!

            Então se alguma vez isso acontecer com você, não se desespere dê um tempo mesmo, quem sabe começar alguma série, ver filmes, sair com os amigos. Dê realmente um tempo na leitura e depois que achar que já está na hora de voltar comece aos poucos e tudo ficará bem, juro. Bom, vim aqui só fazer esse desabafo e dar minhas dicas que podem ou não ser úteis.


sábado, 18 de março de 2017

Pimentinha faz uma falta!

Postado por Unknown em sábado, março 18, 2017 0 comentários
            Calma, não vou falar do tempero, se é isso que vocês estão pensando, principalmente porque não curto muito pimenta. Porém essa eu gosto bastante, Pimentinha nada mais é do que Elis Regina, esse apelido foi criado por Vinicius de Moraes.

            “Mas Jéssica qual é a finalidade de falar dela?” Primeiro, porque ela é uma voz incrível da MPB (sempre bom saber mais sobre a cultura brasileira, né?) e também pelo fato de que ontem completaria 72 anos. Então decidi fazer um post especial dando uma dica para os interessados de plantão sobre música, a própria Elis, gosto por biografias e cinema.

            No ano passado lançaram um filme sobre ela chamado “Elis” (sugestivo, né?) que conta a história dela antes da fama, buscando o sonho de ser cantora, ela se tornando e a explosão que foi. Sou suspeita para falar desse filme, porque desde pequena me fizeram ouvi-la cantando (influência dos meus pais), então criei um gosto e um apreço por ela, mas nunca tinha ido atrás de biografias e afins.

Achei a escolha da Elis muito boa!

            Ver esse filme me permitiu conhecer mais sobre ela e os porquês de muitas músicas, apelidos e coisas mais pessoais. Acho super válido conferir o filme, porque a produção está maravilhosa e a interpretação da Andréia Horta como Elis é extremamente linda, tocante, delicada e totalmente entregue àquele papel (Andreia arrasa!). As músicas são na voz da própria Elis, então deixa o filme ainda mais vibrante. Só coisa boa desse filme, confiram (tem no Now já!)! Vale muito!

            Se você tem interesse por documentários o Now também disponibilizou outras mídias da cantora, caso queria mais!


            Se acha que não sabe quem ela é ainda, ouça essas músicas e tire sua dúvida! 

Acho bem sugestiva essa música, afinal estamos em Março!




            Como bônus o trailer do filme!


segunda-feira, 13 de março de 2017

#MCM: Ed Sheeran

Postado por Unknown em segunda-feira, março 13, 2017 0 comentários
            Não sei o que dizer, apenas sentir. O crush dessa segunda é pra começar a semana muito bem! Acredito que ele dispense apresentações a essa altura do campeonato, afinal está em primeiro lugar de muitos streams, mas vai que tem algum viajante do tempo que veio da Idade Média e acabou lendo esse post...
            Ed Sheeran é um cantor, músico e compositor britânico de 26 aninhos, cabelos ruivos, tatuagens maneiras (alguém ainda fala “maneiro”?) e uma carreira marcada por vários eventos inusitados (por exemplo dormir em estações de metrô ou no sofá de pessoas aleatórias).
Ver esse moço de novo: seria meu sonho?

            Acontece que Ed não é só mais um rostinho bonito nesse mundo, ele também tem muito talento e isso posso falar por experiência própria. Em 2015 fui ao show dele aqui em São Paulo e gente... O que o cara faz sozinho no palco é de deixar o queixo lá no chão, ele canta, toca, faz as batidas, só sucesso!
            Esse ano ele está de volta em maio para a turnê do seu novo álbum Divide (aparentemente ele é uma pessoa de humanas com um pé em exatas, afinal todos os seus álbuns, sem contar eps, tem como título uma operação matemática). As músicas estão incríveis e eu queria muito poder ir, mas a grana não rolou e acho que nem ingresso deve ter mais, mas se alguém aqui for, dê um salve e conte pra gente como foi!

sexta-feira, 10 de março de 2017

Resenha: The OA (ou a série que fritou meu cérebro)

Postado por Unknown em sexta-feira, março 10, 2017 0 comentários
Fichinha
Nome: The OA
Criadores: Brit Marling e Zal Batmanglij
Número de temporadas: 1 (8 episódios)
Próxima temporada: confirmada pelo Netflix em fevereiro de 2017
Classificação:  (fiquei com preguiça de fazer 4,5 estrelinhas, mas fica subentendido isso, ok?)
Estranhamente, a frase com a qual eu definiria a primeira temporada de The OA é “Capitu traiu Bentinho?”. Por dois motivos essa pergunta se encaixa nessa resenha:
1-      Ninguém sabe se Capitu traiu Bentinho, afinal, a narração dele é pouquíssimo confiável. Temos apenas especulações e mil debates por ai, mas não deixam de ser apenas teorias (Machado de Assis deveria saber se isso aconteceu, mas né...). Em The OA temos um impasse semelhante, uma temporada que nos deixou cheios de dúvidas e apenas com um bilhão de teorias (quase todas com a mesma chance de acontecerem ou não). 
2-      Essa pergunta não faz sentido para essa resenha, assim como The OA não faz o menor sentido. Eu definitivamente fiquei mais confusa quando terminei essa série do que era antes de começá-la.
Ah, eu não sei como resenhar uma série que não tenho certeza se entendi, mas vamos lá. Começamos tudo com uma moça chamada Prairie (Brit Marling, que também é criadora da série, depois falarei mais dela) que para no hospital após tentar suicídio se jogando de uma ponte. Os pais dela ficam sabendo e vão até lá, seria o normal, mas ao entrarem no quarto todos estranham a pergunta de Prairie “quem são essas pessoas?”.
O fato é que aquela foi a primeira vez que ela via o rosto do casal que a criou, isso mesmo, Prairie era cega. Além disso, os pais a estavam encontrando depois dela ter passado 7 anos desaparecida.
Voltando para casa, ela começa a agir de maneira estranha, sem querer falar sobre os anos que passaram e pedindo para ser chamada de OA. O mistério ao redor dela continua enquanto ela pede para Steve (Patrick Gibson), o valentão da escola, para reunir um grupo de no mínimo 5 pessoas para fazer parte de algo grandioso que estava para acontecer.
Assim, OA, Steve e os outros quatro escolhidos –Buck, um menino trans; French, o filho que cuida da família; Jesse, vive com a irmã porque a mãe se suicidou; BBA, a professora que perdeu o irmão– passam a se encontrar periodicamente numa casa abandonada. E é isso que eu posso revelar sem entregar os segredos de The OA. (A PARTIR DAQUI TALVEZ HAJA SPOILERS)
Gente, olha que coisa linda, famosa arte isso ai!

Um detalhe muito importante que é um dos fatores que tornou essa série fonte de tantas teorias: Prairie afirma que é um anjo. Durante os oito episódios, de mais ou menos uma hora cada, é ela quem narra toda a história, ou seja, temos uma visão bem parcial de tudo e dado o trauma que ela sofreu, não podemos dar credibilidade total para ela, ainda mais com uma história tão surreal quanto a que ela afirma ter acontecido.
   Nesse aspecto a série trabalha bem, a toda hora colocamos em cheque o que nos está sendo revelado, mas ainda assim senti um apelo muito grande da Prairie, talvez seja a atuação de Brit que me fez querer acreditar na história contada.
*Pausa*Falando na Brit, primeiramente, achei incrível sua atuação no período em que a Prairie está cega e mais ainda em outro momento que acho que não devo citar. Mas quero ressaltar que ela e Zal Batmanglij, criador e diretor de The OA, não estão trabalhando juntos pela primeira vez, os dois já tem um currículo com filmes independentes que também tratam de temas espirituais e cabalísticos. Fiquei curiosa para assistir alguns (A Outra Terra é o primeiro da lista).*Play*
E apesar de toda essa dúvida deixada no final da temporada, acredito que uma das teorias criadas não se concretizará. Tem gente por ai dizendo que nada que ela contou aconteceu ou que a situação é outra e tudo se passa na cabeça dela dentro de um hospital ou hospício. Seria uma saída muito clichê e empobreceria um universo tão rico e trabalhoso para se construir, além de restringir as possibilidades para o futuro da série.
MELHOR CENA, MELHORES PESSOAS, SEM MAIS ♥

 Para mim seria muito mais interessante ver essa temática de um universo multidimensional, porque é um assunto que me chama bastante a atenção mesmo não tendo certeza se acredito nisso, é pelo menos bem legal de ver quando a proposta é bem executada. Nesse caso é muito bem feito, todo o visual da série está de parabéns, as cores e efeitos são 10/10.
A escolha de elenco também me chamou a atenção, dá para ver que a maioria dos atores são jovens, mas eles são muito bons, a pouca idade não é sinônimo de inexperiência. Aliás, um caso particular merece ser citado, Ian Alexander é asiático-americano e assim como seu personagem, Buck Vu, um garoto transexual. Ele só tem 14 anos e esse é seu primeiro papel, um arraso... Todo o processo de aceitação interna e externa e tratado de um jeito delicado e não como uma simples minoria que deve ser representada para dar audiência.
Eu gostaria de falar muito mais sobre a série, mas não quero estragar a experiência de ninguém, olha que eu que nem ligo para spoiler vou evita-los, porque The OA merece se revelar por conta própria.

Resumindo, gostei bastante de tudo, principalmente do começo e final (ai, esse último episódio, ainda não superei), o meio pode ficar um pouco repetitivo. Fora isso, estou me corroendo, porque provavelmente vamos demorar demais para ter qualquer tipo de resposta para as nossas mil perguntas.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Girl Power! (Poder feminino)

Postado por Unknown em quarta-feira, março 08, 2017 0 comentários
            Hoje é o dia internacional das mulheres, inclusive vou aproveitar para dar os parabéns a todas nós, afinal ser mulher não é fácil! Aproveitando o momento para falar um pouco sobre as personagens femininas que ganham destaques em filmes e livros, então o post vai ser sobre essas mulheres que deixam muitos homens no chinelo. Vou destacar só 3 personagens femininas, mas existem muitas outras por aí.

            A primeira é uma mulher protagonista que narra a sua história na trilogia que rendeu ótimos filmes. Tanto nos filmes como nos livros mostrou ser uma personagem forte, guerreira e que busca por proteger sua família e combater a Capital que tanto se aproveita dos Distritos. E aí já sabe quem é? Ela mesma, Katniss Everdeen! Suzanne criou uma personagem que mostra muita bravura e que se não bastasse passar por um reality tão cruel ainda se torna o símbolo de uma revolução, ou seja, um baita mulherão!

Essa mulher não é pouco não!

Se repararmos bem o Peeta é um personagem mais delicado e sensível do que a própria Katniss, basta ver que ele é um padeiro (estar associado com a cozinha muitas vezes é visto como coisa de mulher) e ela caça e faz atividades “perigosas para uma menina”, ou seja, podendo ser uma inversão de papéis que muitas vezes a sociedade coloca, mas que não é a verdade!

A outra mulher que darei destaque é uma que possui uma inteligência de dar inveja que se não fosse por ela, seus dois amigos estariam sempre em apuros e fazendo burradas, afinal “É leviôsa e não leviosá!”. Sim sim salabim, estamos falando a bruxa Hermione que pode até ser filha de trouxas, mas arrasa com sua varinha e dedicação aos estudos! J.K. Rowling simplesmente criou uma mulher que desde pequena enfrentou desafios para se tornar uma bruxa respeitada e que soubesse exatamente o que estava fazendo. Harry e Rony sempre dependeram muito dela, pois sempre foram uma equipe e sem o cérebro do grupo as coisas complicavam um pouco.

Tanto a Hermione como a Emma são mulheres fortes!

A outra é uma guerreira de fato, decidiu poupar seu pai para enfrentar os hunos e defender seu país. A mulher em questão é a Mulan que no começo do filme está se preparando para ir à casamenteira, mostrando assim a tradição conservadora onde as mulheres precisam se casar. Porém, quando o filme vai se desenvolvendo vemos a transformação dessa mulher em uma das melhores guerreiras do exército. Mulan deixa os estereótipos como “Isso é coisa de homem” e “Mulher é inferior aos homens” destruídos.

Então são com esses exemplos de garra, feminilidade e protagonismo que concluo que elas podem ser fictícias, mas todas as mulheres possuem em sua essência essas características. Somos guerreiras, fortes, batalhadoras e ninguém é inferior a ninguém. Homens e mulheres são iguais perante as leis, podemos muito bem fazer o que eles fazem e eles fazerem o que fazemos. Feliz dia da mulher, mas lembrem-se todo dia é dia da mulher também!

segunda-feira, 6 de março de 2017

Oi sumidas, tudo bom?

Postado por Livra Mente em segunda-feira, março 06, 2017 0 comentários
            Allah-lá-ô ô ô ô ô... Ei, calma aí, já acabou o carnaval! Então agora sim o ano começou, certo? Pelo menos é o que dizem, então vamos também retornar esse blog, afinal de contas as férias por aqui foram longas, né não?




            Tudo tem uma explicação, então vamos com calma. Demoramos a retornar, porque muitas coisas estavam acontecendo (cursinho, vestibulares, segundas fases e muito mais) e aí decidimos tirar umas férias (juramos que a ideia inicial não era ficar tanto tempo longe, mas quando vimos já tinha passado muito tempo).

            Depois de muitas tentativas de volta, vimos que a época certa para voltar era mesmo depois do carnaval e cá estamos! Então prepare-se que agora vai, voltaremos a fazer posts periódicos sobre livros, filmes, séries e o que mais der na nossa cabeça. Olha só se não é uma notícia boa!

E quais são os planos de vocês para 2017?
             Então vamos combinar assim:  faremos quatro posts semanais intercalados e os dias poderão variar dependendo do post e caso aconteça algo mais bombástico que mereça um lugarzinho aqui! E mais para frente voltaremos com alguns temas de vestibular para ajudar a turma do desespero!

               Quem está animado?! _o/

            

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Doutor fantástico e animais estranhos... Não, pera!

Postado por Unknown em terça-feira, novembro 22, 2016 0 comentários
            Ai gente, quando tem vestibular no final de semana a gente fica bem tenso antes, não é? Mas para não surtar é muito importante dar uma desligadinha de vez em quando. Há duas semanas estava surtando por causa da UNESP (agora estou surtando por causa da prova da Fuvest, mas nada é perfeito, né?), por isso fui ao cinema assistir Doutor Estranho para espairecer!
Doutor estranhamente lindo (não vou parar com as piadas)

            O que dizer desse filme? Estranho, com certeza (disse que não ia parar com as piadas...). No entanto, é justamente isso que torna o filme tão legal. Os efeitos especiais são provavelmente a melhor coisa do filme, você fica louco, parecem mesmo outras dimensões e é muito bonito de ver.
            Além disso, Benedict Cumberbatch, nem preciso falar mais nada, ele é incrível. E, depois das cenas pós créditos, podemos notar que a história de Stephen Strange não é um caso à parte, mas tem ligação com os outros filmes da Marvel e ele fará parte da futura guerra contra Thanos.

            Nessa semana eu adoraria repetir a dose e assistir à Animais fantásticos e onde habitam, mas como dinheiro não dá em árvore, vou ter que relaxar de outra forma e abrir a mala de Newt Scamander em outro dia! Alguém já assistiu e tá a fim de compartilhar o que achou? Só ouvi comentários bons até agora...

            Estão vendo, já nem lembrava mais do vestibular... Fazer coisas que a gente gosta ajuda muito a acabar com a neura pré prova! No mais, arrasem!!
 

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